Coletivo apoia travestis e transexuais em vulnerabilidade social

Criado em Londrina, “Ubuntu – Sou porque somos” leva cestas básicas para público desassistido de políticas do governo

Nelson Bortolin

Apoiar travestis e transexuais em vulnerabilidade social durante a pandemia do novo coronavírus é o objetivo do Coletivo “Ubuntu – Sou porque somos”, criado em Londrina. Em parceria com a Secretaria Municipal de Política para Mulheres, o grupo arrecada e doa cestas básicas para essa parcela desassistida da população. “Em parceria com o projeto UEL solidária, também já fizemos doação de produtos de limpeza e higiene pessoal”, conta Vinícius Bueno, um dos integrantes do coletivo.

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Documentário sobre trans e travestis de Londrina chega a Congresso Internacional de Direitos Humanos

Artigo do Professor Reginaldo Moreira, aprovado para o evento, retrata o processo de construção do filme “Meu Amor, Londrina é Trans e Travesti”

Cecília França

Quando o desejo de Christiane Lemes de resgatar e registrar a história de luta da comunidade trans e travesti de Londrina encontrou a capacidade de criação do jornalista e professor Reginaldo Moreira, começou a nascer o documentário “Meu amor, Londrina é trans e travesti”. Lançado em 2019, após três anos de trabalho multidisciplinar com estudantes de graduação e pós-graduação da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e participação direta do Coletivo Elitytrans, o filme agora chega ao V Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra.

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“Nunca tivemos o fascismo longe das nossas vidas”, declara atriz e produtora cultural Mel Campus

Ativista dos direitos das travestis espera que a criminalização da LGBTfobia permita denúncias de agressões e violências

Cecília França
Rede Lume de Jornalistas

Mel Campus é uma força da natureza. Os gestos rápidos e a fala assertiva da atriz e produtora cultural foram construídos sobre uma história de dor e apagamento que ela reverteu em militância. A entrevista com ela inaugura o nosso Especial LGBTfobia.

Ativista dos direitos das travestis, Mel serve de inspiração para uma das populações mais privadas de direitos básicos entre os LGBT. Aos 43 anos, já superou em quase uma década a expectativa de vida desta população no Brasil, que se mantém em baixíssimos 35 anos. Tornar-se pública foi a saída encontrada por ela para reverter a violência que parece empurrar estes corpos dissidentes para a rotina de perigo e violência da prostituição.

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