“Meu maior receio são os surtos intra-hospitalares”, diz médica de Londrina sobre Covid-19

Cintia Grion, intensivista no Hospital Universitário de Londrina, vê a cidade com estrutura suficiente para atender afetados pela pandemia, mas teme que aumento de casos entre profissionais de saúde limite atendimento

Cecília França

A pandemia do novo Coronavírus alterou a rotina da médica intensivista Cintia Grion, 55, de Londrina. Já aposentada como plantonista e dedicando-se quase exclusivamente à vida acadêmica, ela quadruplicou sua carga horária na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para atender ao aumento de demanda do Hospital Universitário (HU).

“O HU necessitou ampliar rapidamente o seu número de médicos plantonistas, e como tenho a formação específica e estava com tempo disponível, me voluntariei para aumentar minha carga horária dentro das UTIs na forma de plantão docente”, relata.

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Saúde às empresas, não ao povo!

Por Paula Vicente e Rafael Colli

“Não temos tanto dinheiro assim, precisamos priorizar”, brada o banqueiro do Governo. “Gastamos demais com o povo e com coisas desnecessárias, como remédios”, complementa. O gerente de um grande laboratório interrompe e diz, “melhor seria priorizar os remédios de baixo custo e deixar os de alto custo para os ricos. Pobre não pode ter vez sempre”. Todos batem palmas. “Que morram os pobres e necessitados, precisamos fazer o país crescer”.

Nesta semana, o Governo Federal anunciou a suspensão da produção de 19 medicamentos, dentre eles medicamentos para câncer, diabete, Parkinson, entre outras doenças, e, até, medicamento para receptores de transplante.

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