“Eu posso sair de casa de mãos dadas com alguém, mas na rua tenho que soltar”, diz Luana Cossentini sobre LGBTfobia

Idealizadora da Parada LGBT de Londrina comemora a criminalização pelo STF, mas teme retrocesso social

Cecília França
Rede Lume de Jornalistas

Quando cursava o mestrado em Londrina, a biomédica Luana Aparecida Cossentini, 27, procurou o serviço de saúde da universidade para uma consulta de rotina com um ginecologista. Ao entrar no consultório, relatou ao médico que se relacionava com mulheres. Foi o suficiente para que a consulta terminasse.

“Ele ficou comigo duas horas tentando mudar minha orientação sexual e, na época, eu só achei que ele era louco. Hoje olho para trás e penso quanto coisa eu poderia ter feito e não fiz por não saber que era crime ou não pensar em como poderia me influenciar no futuro”, contou ela à Lume, na segunda entrevista do nosso Especial LGBTfobia.

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