Vacina será enviada aos Estados cinco dias após aprovação da Anvisa, diz MS

Ministério trabalha com três datas para início da vacinação contra covid-19, sendo 20 de janeiro a “melhor hipótese”

Da Redação

O Ministério da Saúde trabalha com três datas prováveis para o início da vacinação contra a covid-19 no País: 20 de janeiro, na “melhor hipótese”; até 10 de fevereiro na “hipótese intermedíaria” e após 10 de fevereiro na “hipótese mais tardia”. A informação foi repassada ontem (06) à Lume pela assessoria do Ministério. Hoje, o ministro Eduardo Pazuello confirmou a compra de 100 milhões de doses da Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan.

De acordo com o Ministério, outras 300 milhões de doses estão garantidas por meio de acordos com a Fiocruz/AstraZeneca e Covax Facility. “O país também terá capacidade de produção de doses pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) via acordo de transferência de tecnologia com a farmacêutica AstraZeneca – o que garante mais 110 milhões de doses previstas para o segundo semestre de 2021”, adiciona a assessoria.

Também foram firmados “memorandos de entendimento, não vinculantes”, que expõem a intenção de acordo com Pfizer/BioNTech, Janssen, Bharat Biotech, Moderna e Gamaleya. 

O Ministério recomenda que Estados e municípios sigam o Plano Nacional e diz que o início da distribuição das doses contra covid-19 acontecerá em até cinco dias após aprovação por parte da Anvisa. “As vacinas serão enviadas aos estados, que serão encarregados de distribuir aos municípios.”

A inclusão de clínicas particulares no Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19 não está descartada. No início da semana veio à tona a notícia de que Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC) negocia a compra de 5 milhões de doses de um imunizante indiano.

Sobre isso, o Ministério diz que “Na eventualidade da integração de clínicas particulares de vacinação ao Plano Nacional, é preciso observar que o registro da aplicação do imunizante precisaria ser feito junto à Rede Nacional de Dados de Saúde e à caderneta digital de vacinação. Esta rastreabilidade possibilita identificar quem tomou a vacina e em qual data, além de precisar o laboratório e o lote do imunizante, possibilitando a aplicação de uma segunda dose no prazo correto.”

O Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19 pode ser consultado aqui.

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